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sexta-feira, 17 de junho de 2011


Se o equilíbrio falta,
como perdurar ou aniquilar alguma coisa?
Que o mundo inteiro escolha,
mas dessa vez não suicidarei as incertezas
sem me colocar atrás das grades,
Sem achar que o juízo é bom conselheiro,
Visto que o orgulho o sabota sempre -
e este já é interativamente ligado a uma ética fálica,

Que o mundo inteiro escolha...
Apenas nunca quis ver ninguém morrer nas minhas mãos.

Bela ilustração do artista Jonatan Cantero.

Ilustração do artista Jonatan Cantero.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Sabe?

Tudo tá estranho,
existe um desespero mudo me fazendo quase engolir em seco o mundo inteiro,

será essa uma sensação de estar tudo errado?
  Sensaçãode não conseguir parar o tempo,
o receio aumenta, estou longe de ser, de estar

acho que preciso desenhar pra conseguir voar,
não imagino o mundo inteiro agora sabe?
só sinto uma energia ensurdecedora,
uma sinestesia atrapalhada de querer me esconder entre as nuvens,
o ar, a água, todos os sons do mundo

é incompreensível, isso não é prelúdio de nada
me ensinei a resistir a essas coisas e agora preciso ir o mais rápido possível,
se não eu páro, sabe? páro que nem uma idiota. 



[Toulouse-Lautrec - art print, poster - The Bed]

Henri de Touslouse Lautrec_ The Bed

Avefall 07


Deixe-me ir. Talvez eu prefira vagar, por que não?

Só que não mais por aqueles cantos oprimidos, eu não mereço?

Por que não posso? Por que não devo? O que mais devo? O que mais devo matar por dentro, a fim de renovar tudo à minha volta...? Em circulos escuros, um clarão no meio sem medida e sem alcance, estou jogada a sete palmos do céu, caindo, caindo, caindo e dele cada vez mais longe...
[Henri Matisse - art print, poster - Fall of Icarus]

 Matisse -  Fall of Icarus

                                  

empavecer-lhe


Argucioso,
subterfúgio de êxtase,
Enlevo como lasso:
Ora amparo ora resguardo;
Na meia luz da meia vida;
Do inteiriço belle époque: (meu cântico sussurrado);
No espelho se espelha traços ambíguos;


Essa languidez de alma fugida (fudida)
De volta ao subterfúgio
Não me rendo
Nem ao enlevo, mesmo volúvel ao léu
O que faz o significado em teste lascivo?
...Tudo é emparvecer.


2008, diário

[kandinsky_improvisation30.jpg]
kandisnsky
 

distinto



Longiquo os versos artificiais tão nobres,
a hipocrisia tão belamente contorcida em língua portuguesa;
Prostituição de prosa que não cresce, nem desvenda.
Só permanece oprimida, isenta, disparatada, incapaz
Que nem a pena torna-se tão estúpida
Quanto abruptos reflexos incapazes
Da própria falta de vida:


Entre voltar do mundo ou para mundo é sentir em vazio;
À sentir a vida despejando gota a gota impura morte;
Prefere-se o dominar casto da própria;
Impune, eximido, à olhar de cima o cuspe de vingança nobre,
A grandeza em alma resistente de baixeza imoral
tripúdio do próprio prazer que revela, norteia.
Puritana singeleza da verdade à ferro, ardente, fria.
Extemporânea que têm a tudo pertencente:
ausência; perfeição.


(2008)

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Estado atmosférico

Dali ; santiafoelgrande

Consternado pelo sol que não lhe abriram,

O pesar tornava-se lento, insípido em noite e dia.
Sem conflito, sem tempo.

O tormento inexpressivo,
desolado, impreciso.

Quando haverá em si uma dor que acalmasse pura alma,

Conflagrasse o resto em cinzas para enfim embrenhar a vida em papel branco,
Contra o vento, como espelho,
em indolência restaurada sem mácula,
desejo de quem precisa fechar os olhos.

Desolado o próprio impreciso haverá de repetir as mesmas indagações,

Em pausa, em delírio, em dispersão.
- O que será desta, um encontro consigo:

Suportar o grito diletante e despir-se das emoções;

Consternado enfim,

Consumido pela resistência.

(Desesperança que emana novamente ao sorriso,
corta a epiderme em respiração,

Confundindo o mundo,
Desesperada razão,
corolário de quem faz o mundo girar e prossegue;
Em resistência. )





quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Auto


(Vladimir Kush)

Hoje quis ele fazer uma ponte consigo próprio, quis saber o que sentia para expor. E logo expõe aos montes, e grita, quando descobre-se debruçado em seus sonhos. Pensa se alguns têm o poder de fazer flores desabrocharem dentro de si, mesmo quando a flora intestinal não vai tão bem assim.
Esquece-se de idéias sobre ternura e sobre amargura e se permite fazer piadas com desgraças, que agora, nada mais são, que impulsos da vida.

É complicado até dizer "às vezes". É complicado até dizer que está com frio. Tudo é psicológico e tudo é simples ao mesmo tempo, a complicação vem do ângulo que se esta vendo.
Então como sempre, existe o relativo. E se ele não existisse, nunca existiriam os nossos complexos; que chamamos de ser "complexo".
Para o mundo, ela (e) era a doença ou era a cura. Era a beleza dos risos e ao mesmo tempo do: "por que ri, e se não amargo, por que doce agora? "

Quis responder-se mais do que um dia quis que o mundo o demonstrasse, e aí sim, o mundo lhe mostrou. Normal, não é? Típico dos que dizem que nunca acharam o amor quando o procuravam... E sim, quando nem esperavam por ele.
Também não é normal não. Tudo é mentirinha, cada caso é um caso e vamos lá falar em demasia e tirar ou dissecar a simplicidade das coisas como de praxe.
Ainda sim, a simplicidade das coisas pode vir a ser o tesouro maior delas...

Eis que permite enxergar que ouro é ouro por que não quebra, brilha sempre e nos permite, assim, lapidar... E, ora bolas, muitas brigas, de fato. As analogias deste podem corresponder a muitas coisas, depende de quem lê. Pessoalmente não digo nada mais dramático do que já disse ou já foi dito.
E se um dia disser, será de remeter-me ao crepúsculo. Até por que de nada adianta tudo sem o subjetivo. Cabalistas que o digam. A bíblia é muito ao pé da letra, não é? Seja subjetivo.
Quando escuta, quando fala, quando come queijo minas e quando deixa de comer.

Eis que é subjetivo quando descasca laranja, quando dá um beijo. Seja muito subjetivo ao beijar, se não nunca saberá fazê-lo. Ou nunca será realmente feliz.

E a felicidade, o que é dentro deste mundo? E o mundo não é uma cadeia, ou é, visto pelo ecossistema, mas... Tirando essas psceudobjetivas e ao mesmo tempo subjetivas, veja bem: ecossistema de falhas, de erros, de tentativas, precisa-se do outro e ao mesmo tempo mata-se, por precisar também. Em muitos casos fatais e outros problemas sócio-políticos, problemas "irremediáveis" ( nada que seja chato e sim que deva ser dito, explorado demasiadamente não só por ele, por elas, por telefone ou em mesa de bar fumando, etc. etc.)
Mas enfim, se for falar, demorarei muito mais. Portanto, continuando:
A felicidade, queria este expor, que só está dentro de nós. Muitos ajudam, mas se equilibrar em pessoas é falta de equilíbrio em sua própria “coluna vertebral psicológica”. E em religião, em sorvete, em cigarro, drogas. Drogas que podem chamar-se relacionamentos, compulsões em si, e auto-flagelamentos inesperados.
Mas oras, somos seres complexos, precisamos de coisas imbecis! Nãão, Mesmo assim, somos felizes, feitos para isso, exatamente isso.
Ser feliz e não desencadear discórdia, tentar ser veículo e ainda sim, ter equilíbrio. Não somos deuses, não somos anjos, não somos o Demo.

Eis que ele pensa que é um anjo, ora pois, nada faz para o mal. Mas tudo é relativo. O mal, o bom e principalmente quem nada faz.
Você, parado simplesmente, é o que chamam de: " esse povo que não faz nada" . " Esse povo de merda, acomodado". Você é uma estatística, uma fofoca, uma espécie que não esta em evolução. Esteja, por favor, é o mínimo e o máximo. Eis que não ligue para o que dizem, é o melhor, os que dizem são as piores estatísticas de fato, o que fazem é manipular verdades, como jornalistas de revistinha. Porém, todos de mal grado, com inveja na ponta da língua ou etc. e tal. Eis que é melhor seguir os seus fatos, aqueles que dentro de si gritam: Eu sou feliz assim, assim, assim.
Normalmente se você perguntar-se o que te faz feliz com clareza, terá resposta positiva. Positiva no sentido de: nada destrutivo para si mesmo nem para o mundo. A felicidade é uma fonte pura, quando a consegue, não se precisa de intermediários ilusórios.
E isso é até objetivo, a clareza é subjetiva quando se precisa de paz para isto.
E vamos lá: Como alguém tem paz para parar um tempo, “meditar” do seu modo e perguntar-se: “ o que me faz realmente bem, de fato?”, neste mundo? Se tiver este tempo, pergunte-se. E se não tiver, pergunte-se por que não têm, e verá que não está bem. E por que fazer coisas imbecis se você têm paz para alimentar seus sonhos?
Bom, algum começo.
Todos são capazes. Mas não de julgar. Recrio esta mesma frase de inúmeras formas, pois tenho calado mil formas de fazer o mundo feliz, e ainda sim, infeliz, ao desequilibrá-lo. Então melhor é transmitir tudo pouco à pouco. Cada um só entende o que precisa naquele momento e o melhor é tentar entender: o que precisa, o que o outro precisa e como repassar isto.

É fácil repassar de certo em arte, em música, em escrita.
A música é transmissão. Poucos os que vêem ainda como forma de fazer tocar a alma, fazer valer a pena os momentos mais do que fama, competição, etc. Mesmo assim, ainda é relativo. Mas ainda sim consegue-se perceber o agrado da vida em melodias perfeitas. Perfeitas, pois têm a capacidade de repassar um momento, um timbre de vida e tirar uma lágrima de si, de nós, de emoção - emoção é transbordar. Quem escuta, sente o que um dia sentiu quando escutou ou marcou. Outros, sentem a música, a vida. A amplitude dela se espalhar em cada canto.

Escutar com subjetividade é filosofia? Kant que o diga: o essencial é filosofar com tudo. Um dia eu prometo citar Platão, seria histórico.


Mas enfim, só escute e vá além, pois música é mais que tudo isso, música transforma pessoas, evolui. Não usamos economia nela e algumas vezes tudo é bem vindo. Quem faz, gosta de verdade e têm-se um paradoxo.
Como a pintura e suas adjacentes: vemos como cremos. É a coisa mais interessante saber o que cada um vê. Entender por quê Dora Maria vê um arco íris em um poço ou Mario (Sim, aquele Mario) vê uma grinalda em uma cachoeira. Acho que muita gente perde tempo com pequenezas, imagine se fizessem coisas realmente gostosas como essa... É uma soma fazer, entender algo. Entender o que cada um vê, também é multiplicar-se.
Ao mesmo tempo quem não gosta, que faça a própria arte, pois que diabo, não precisa saber fazer, somos a própria e a transmitimos, já nascemos sabendo. Incrível quem pára e pensa: 'Isso não está bom, não está legal, preciso de um momento, mais imaginação!"
A arte não se esgota como dinheiro se esgota. Faça isso, depois outro. Depois outro...

A arte continua em tudo, palavras, desenhos, pinturas, coisas que só você vê, fotos e gravuras sem pé nem cabeça pra uns, é o seu corpo e sua mente ali, que tudo vê. Um rabisco pode ser mais e uma paisagem morta pode dar vida a um poema sem fim.

A de se ver em cada um, a tristeza e a felicidade e tudo que existe de intermediário de ambos, e até palavras nunca vistas no dicionário e pinturas nunca feitas. Dentro de sí mesmo cada um guarda uma riqueza grandiosa, que é possível com olhos sensíveis, ver. E outras vezes, é possível até entender, outras encantar-se, outras descartar para aprender outras formas. O jeito e a forma de cada um em si já é pura em arte (e bela) e como tal pessoa transmite, dá vida a um desenho, à sua própria imagem.
Ver tudo isso é ter clareza, mesmo na obscuridade de muitos e muitos casos. Ganhar tempo com isto e fazer algo para isso é a melhor forma. O trabalho que vejo na psicologia é único para quem consegue ver a subjetividade de tudo isso, e com isso, ajudar mais, reunir mais. Não é a mulher da zona sul que vai ao analista. Mas quem disse que ela, só por ser rica, também não precisa? E os mais pobres, e quem têm tantos " traumas" por céus, pouco pensam, trabalham apenas e esta sim é sua terapia!. Mas quem disse que vivem plenamente? Quem disse que não estão a causar traumas também? Quem disse que ninguém se magoa?
Eis que é melhor conectar-se com o fator: HUMANO. Todos somos, todos precisamos de certos aspectos. Cada um tem uma área mais desenvolvida dentro de si e, é bom sentir alguém desenvolvendo coisas não destrutivas, coisas que só irão amenizar problemas e, por que não construir um mundo assim?
A ciência cresce mais e mais e cada dia mais pessoas sentem-se perdidas em si próprias. A verdade é que se formos falar de métodos não encontraremos soluções divinas de contos de fadas e mesmo se encontrarmos para uns não será um agrado... Mas, o objetivo comum de todos é sentir-se feliz. E encontrar a felicidade é conectar-se a ela. E nesta historinha não tem como não ser “parcialmente” subjetivo. E o maior veículo é a arte e tudo que existe por trás dela, pois afinal, tudo é e tudo transforma. E precisa-se disto.

Hoje quis ele fazer uma ponte consigo e com o mundo. Hoje quis estar sem rédeas. Hoje quis estar em paz. E esteve, ora, pois, o que tem mais a ver com querer do que fazer? O poder é autocrítico, apenas.

É pensando que se aprende mais e lendo mais que se aprende a criticar mais, pois nada se pode crer apenas por estar publicado. E ao mesmo tempo existe um mundo de coisas para alimentar-se por aí. Difícil é não querer doce de maracujá, mas não impossível, acomodar-se é que é desagradável neste mundo, certo?

Eis que ele quis simplesmente sentar e desenhar em cima de rabiscos.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Elucidação inicial.




No céu existem algodões, é tão bonito.
No chão, existem pessoas sorrindo por lá. É melhor ainda. Sentir pessoas se encantando com sua felicidade e você mais ainda com as dela. O sorriso da criança, das estrelas e da bonança quando vem com o sol. Sem falar no mergulho! Que mergulho! 

Mergulhar na própria vida sozinha, é curtir suas próprias propriedades, valorizando as marcas que fazem sorrir e que ficam na alma e não na pele (como socos, tatuagens e beijos). 
Dentro de mim existe o zelo, a vontade de estar neste mundo no timbre certo e altura certa, independente das alturas deste chão que piso, ou longe, muito longe daqui. Me interiorizar e fugir de tudo que me permeia falsidade é mergulhar nas verdades que, mesmo me fazendo pedrinha algumas vezes, me libertam para fazer sorrir. E mesmo se não sorrir para todo o sempre, estarei ao meu lado, contando. Cantando. Ouvindo. Sem o vento gélido.
Escutei até o coração bater mais forte, talvez fosse realmente sensível, aquele. Talvez não quisesse nem chegar, para não deixar de sentir, me sentir esperança daquilo sempre ali. Até corri para escrever rastros, sério.

Até vi as ondas escuras e fechamos os olhos. Um caminho paralelo.
Não que ali mergulhei, só mergulhei em mim, e já basta, posto o grito, tremido, já basta.
Agora recomeça, recomeço, como sempre, como já sempre imaginava e disse.
Antes disso, tudo premeditado, meu coração parece calcular e tenho no meu verso as respostas, deveras sem vê-las, posto o paralelo mundo que não existe.
Que existe algodão, chuva e suspiro. Comida também.

Nem vi a lua, nem luz.
Mas o gosto daquele era melhor que do mesmo lugar e, que coisa, afastava um cabelo e um carinho me fazia curar. Curar é a melhor parte (ou deveria ser) de amar.
O amor para mim é outra história.
E não é história, na verdade. E não é modo de dizer.
Amor é lenda pra uns. Pra uns a lenda é amor. Pra outros, livro. Música.


...Absurdo aquela dor que fiz, óh, absurdas dores me fiz!.
Já pedi desculpa aquele, outras vezes, dei-me outra parte de vida, outros casos, antes dei a vida.

Gritar para se auto destruir é já não saber mais quanto tempo se vê com os próprios olhos.

Agora sei, posso ver, devia ter visto. Mas pude mergulhar no meu mundo, portas frias me deixaram sem ar, sem me ouvir bater, mas quis viver, sem medo ou vergonha, de respirar.
De existir.
Se minha alma falasse, mas não fala.
Nunca falou, mesmo assim, se um dia pôde e pode encantar, mais do que meus olhos a chorar sorrisos, posso estar errada para o mundo, prefiro obedecer os probérbios. Prefiro desobedecer os critérios. Prefiro ser cabalista, nadar pra lá e pra cá, prefiro ver desenhos nas nuvens, ensinar meia dúzia, me preocupar com outras pessoas, mais 4 do que 1, se comunicar com olhos e andar, andar, andar, até chegar aonde eu nunca cheguei; e quem quer que seja, nunca será quem eu quero que seja. E quem quer que eu encontre, eu posso ver diamante nos olhos, se puder ser o mesmo.
E quem é capaz de sorrir, capaz de estar com alguém em qualquer lugar e preferir este em qualquer circunstância? E, quem, será capaz de entender-se o bastante para me entender? E quem será alguém? E quem, quem, quem, irá falar sobre tudo?
Na chuva, nas flores;
Dane-se as palavras, surpreender-se, surpreenderia-me a paz.
" Quero levar-te para o céu, irradiarmo-nos em todo lugar"
Um não competir, um se amar ...
Um carinho eterno de participar...

Que não tem cura, como a mim mesma, a espera. Sempre! E me comete, de repente, não mais que assim, como sempre, sorrisos plácitos, nuvens rápidas e gostos eternos.

E nem o fim, penso eu, nem ele. Nunca houve. Só existiu um começo. Que nunca existiu fim. Este, nunca terá.

"C a ro li n a é uma me ni na bem d i fi ci l de se en ten der
an da bo n i ta e u mbrilho no olhar "

"Como mais um Souvenir, junto uma guimba e uns utensilios"