segunda-feira, 6 de junho de 2011
times deserved technology
quinta-feira, 3 de março de 2011
Máquina japonesa transforma papel de escritório em papel higiênico
White Goat transforma 40 folhas de folha sulfite em um rolo
A invenção da Oriental tem o salgado preço de 187 mil reais
Os japoneses estão, definitivamente, na onda dos produtos ecologicamente corretos. A empresa japonesa Oriental desenvolveu uma máquina que transforma papel de escritório em papel higiênico.
A invenção foi batizada de “White Goat” (bode branco) e leva 30 minutos para processar 40 folhas de sulfite em um rolo de papel higiênico novinho.
No processo, o papel de escritório é triturado, dissolvido em água, moldado, secado, cortado e enrolado.
Segunda a Oriental, cada rolo produzido pela White Goat gasta o equivalente a 0,21 real. A máquina custa o equivalente a 187 mil reais.
Fonte: madeinjapan
sábado, 28 de agosto de 2010
Pokesabe
É estranho, as pessoas não se questionam sobre nada.
Pergunto o por que pras pessoas, por ex:
Por que você gosta de amarelo?
"por que sim, é bonito"
Sim, mas por que é bonito?
"Por que eu gosto"
"Certamente. MAS POR QUE VOCE GOSTA?
"Sei la carol, voce é maluca, por que SIM ué.
É normal de cara ter esse tipo de reação, mas depois é bom se perguntar, é libertador, você se conhece melhor. Sei, ninguém tem mais tempo pra se perguntar nada, correria da vida prática nos robotiza.
Mas se ainda sim queremos nos acalmar, uma boa forma é se perguntar as coisas. Dá pra fazer no ônibus, antes de dormir, enquanto come etc, ao invés de remoer coisas mal resolvidas, procurar erros baseados em conceitos gerais. Uma coisa é a forma como se administra alguma coisa, outra é como você se sente. Mas tudo isso se interliga... Enquanto ninguém se questiona seus próprios porquês, continuam vivendo o por quê geral, o que criticam até. Assim o sistema continua da mesma forma e pior que estar de qualquer maneira é não ser assimilado, estudado. Não conseguem (por que não tentam) simplesmente pensar de outra forma que não seja alguma lida ou que lhe ensinaram.
Não são pessoas burras, ninguém o é. Algumas pessoas não tem acesso a informações, outras que têm não aproveitam. Uma boa pergunta é "como aproveitar?"
Parece bobo apenas se perguntar o por quê de gostar de tal coisa, mas esse é o começo de um ciclo.
Nada é óbvio, só o dinheiro (quando vivo).
A intenção é conseguir um dia se perguntar por que de sentir ciúme, por que de sentir tanta preguiça, por que de sentir vergonha de algo... E tudo isso sem se saciar com respostas do tipo: "ah, por que me faz mal!", "me faz sofrer"! Sim, faz, mas por quê?
Se não entendermos o por quê, não nos entenderemos e parte da nossa personalidade será apenas sofrer, se lamentando por coisas que nem mesmo entendemos, mas que é '' normal '' não gostar. Importa mais o que você não gosta do que o que gosta, portanto é melhor começar por saber
exatamente o por quê de se agradar com coisas que muitas vezes sofremos por não ter, mas que se tivermos também sofreríamos, só que com o foco diferente.
É bom entender seu próprio mecanismo.
Ex: Não adianta tomar neusaldina sempre, a gente precisa saber o por quê de sentir sempre dor de cabeça!
Tente se perguntar o por quê das coisas, de todas elas e o por quê do por quê do por quê. Tá em uma fila reclamando? Quer uma revista pra se distrair? Tente pensar! Porra, se ler!
Enfim, "Por que sim" não é resposta
E creia, nem mesmo "sim" é resposta!
fonte>: Meu fotolog, Livre ILustrado *-*
domingo, 3 de fevereiro de 2008
A arte do papel branco

- Kandinsky
Antes de ir, mais um pouco entrelaçado com tudo...
Linguagem constituída como ponte, resta-nos como veículo à administrar outros caminhos - e se fácil fosse entender tantos e tantos textos deixados, não existiriam os sábios à ver nas entrelinhas, mais poema e mais prosa do que a arte cênica de outros textos.
O melhor meio de se expressar, é arte, crítica e a própria íris. E os estilosos são tão louváveis quanto tudo de artificial que existe: apenas uma falta de astúcia misturada com uma roupagem fútil, que não se entrega a palavras e própria linguagem, e o íntimo pouco dito: o alheio quando dramático, é máscara do verdadeiro evasivo-burro, portanto, ressalvo a linguagem de si: subentendida e intrigante.
Quando irrita, acho bonitinho, como o burro do Shrek. (sabes?)
Nada mais.
Então, rumo à passeios carnavalescos, têm-se a impressão de já ter visto tudo antes, e fatigado a maioria continua, pois a vida não quer ser evasiva como as palavras, a vida quer ganhar prosa.
Já outra ala do mesmo instante que passeava-se enfeitado, têm a impressão de dar prosa a vida, dar linguagem aos sentidos, sem métrica nem alcance mútuo: simplesmente o que lhe remete, antecede e sonha, como pinceladas sob o papel branco são as palavras a escorrerem, tripudiando e louvando poucos, deixando apenas a interrogação que acho absurdo de divino: sinal que existe a vontade de Saber.
Essa vontade sempre será a mola mestre de todos... E se uns não alcançarem mesmo participando-a na rotina, que comecem do início mesmo, sem vergonha, vá para as fabulas.
Sobre os que temem:um bocado de confiança em sua própria fórmula.
De resto, explore e explore.
