Vodka
O aparecimento da Vodka deu-se há mais de 800 anos.
No entanto, atingiu o auge da sua popularidade depois de 1940.
História
O seu nome deriva da frase russa "Zhiznennia Voda", que significa "Water of Life" (água da vida).
A palavra vodka foi mais tarde adoptada. Os polacos reivindicam para si a origem do nome vodka (woda). Consta que no século XI, na Pérsia, produzia-se um espírito semelhante à Vodka. Mas os russos afirmam que a Vodka foi uma descoberta deles e que o seu aparecimento se deu no ano de 1300, num local chamado Fonte de Viataka. A Vodka popularizou-se também rapidamente na Finlândia e Polónia. Neste último país a Vodka era apenas utilizada pelos monges, farmacêuticos e famílias nobres. Só no século XVI o segredo do fabrico da Vodka passou a ser conhecido entre os polacos. No ano de 1546 o rei polaco Yan Olbretch publicou uma lei segundo a qual autorizava todos os cidadãos a prepararem como entendessem as suas vodkas. Isto deu origem ao aparecimento das vodkas aromatizadas e com sabor a frutas e a ervas. Mais tarde, em 1780, o Czar da Rússia contratou um químico, Theodore Lowitz, para encontrar uma fórmula que tornasse esta bebida mais higiénica e pura. Lowitz inventou a técnica da purificação da Vodka, filtrando-a através do carvão. Quarenta anos mais tarde, a família Smirnoff, oriunda de Moscovo, fundou uma companhia que aperfeiçoou este sistema e simultaneamente deu o seu nome a uma das vodkas mais famosas no mundo.
Como é feita a Vodka
A Vodka inicialmente era considerada um espírito proveniente da batata. Actualmente entram na sua composição diversos cereais, como o milho, trigo, centeio e cevada.
Nalguns países a Vodka é ainda produzida a partir da batata ou com uma grande percentagem de batata (Polónia, Rússia e Noruega). Como exemplo, a Vodka Smirnoff tem na sua composição uma maior percentagem de milho, a Vodka norueguesa, Vikin Fjord, tem com base a batata, a Wyborowa tem no rótulo a designação Grain (cereais).
Processo de fabrico
Os cereais são misturados e cozidos a alta pressão e em seguida espalhados num local próprio, onde são arrefecidos e lhes é adicionada água. A esta mistura junta-se malte ou enzima para que a fécula se torne açucarada.
Na fase seguinte são adicionadas leveduras e outros produtos fermentados, em quantidades e num processo semelhante ao do fabrico do whiskey (Bourbon). A mistura final é destilada pelo processo Patent Still ou Continuous Still (fogo directo) a temperaturas elevadas, afim de extrair todos os possíveis sabores ou aromas dos produtos usados na mistura. Quando sai do alambique a Vodka tem normalmente 95º.
Purificação
O processo Patent Still tem, geralmente, duas colunas: uma para a destilação e outra para rectificação. Quando se usa para destilar espíritos neutros (ver Aquavit) deve ter mais uma coluna que serve para a purificação.
No caso da Vodka, este processo não é ainda suficiente, sendo na maioria dos casos filtrada através do carvão. A Vodka não requer qualquer envelhecimento. Pode ser consumida logo após o seu fabrico. Isto diz respeito às vodkas clássicas: incolores, inodoras, etc. Mais à frente falaremos dos tipos de Vodka e veremos que algumas são envelhecidas. Ainda sobre as vodkas clássicas acrescentamos que a sua graduação alcoólica varia entre os 37,5º e os 50º. A Smirnoff tem dois tipos: Blue Label e Red Label (rótulo azul e rótulo vermelho). O primeiro tipo tem uma graduação alcoólica de 50º e destina-se a um tipo específico de consumidores. A Red Label normalmente tem 37,5º ou 40º, conforme o país onde é produzida. A vodka Finlândia tem também duas versões: a Black Label (rótulo preto) com 40º e a Silver Label (rótulo prata) com 50º.
Tipos de Vodka
Aparentemente apenas existe um tipo de Vodka e poderá parecer que a Vodka é toda igual, mas não é assim.
Existem diversos tipos que exemplificamos. Vodkas Polacas: Produzidas, as de maior renome, nas cidades de Gdansk, Kraków e principalmente em Poznan. Para estas vodkas, na maioria dos casos fazem-se três destilações para apurar uma remessa ou quantidade com suavidade suficiente. Wyborowa: É uma das clássicas polacas mais conhecidas no mercado, que aparece em duas versões: Blue Label (a mais forte), 42º, e a Red Label, 38º. No fabrico de ambas predomina o centeio. Zubrówa: Faz parte das Flavored Vodkas. Nela está incorporado o gosto da relva do Parque Nacional de Bialowieza, onde pastam habitualmente búfalos de uma raça especial. A relva verde é para transmitir a força e a intensidade características dos búfalos da zona. Esta Vodka é suave e macia ao beber. A sua cor é verde pálido. Nalguns sectores erradamente esta Vodka é considerada russa, no entanto é polaca. Starka: É outro tipo de Vodka, também invulgar. Apresenta-se em cor castanho-dourado e é envelhecida em cascos. Antigamente era colocada para envelhecer quando nascia a filha de um casal e apenas bebida na festa do seu casamento. Hoje é raro manter-se esta tradição. A esta Vodka adiciona-se vinho espanhol Málaga para a tornar mais suave, dar-lhe cor e tirar-lhe o acentuado sabor a centeio. Krakus: Vodka de fina qualidade, produzida à base de centeio, é adocicada e apresenta-se incolor e o seu paladar é suave. A graduação alcoólica é de 40º. Luksusowa: Costumam chamar-lhe a Vodka de luxo polaca. Produz-se à base de batata. Apresenta-se incolor e tem um paladar adocicado. A sua graduação alcoólica é de 44º. Jarsebiar: Esta Vodka é aromatizada com romãs. O seu paladar é adocicado. A sua graduação alcoólica é de 40º. Existem ainda na Polónia algumas vodkas a que se adicionam nozes verdes, cerejas e outros frutos, consoante o paladar ou aroma que se pretende. Vodkas russas: A vodka Smirnoff, originária da Rússia, não pode ser considerada como russa, pois os seus direitos de produção são da firma Hublein (americana) e é produzida sob licença em diversos países. A Rússia tem, no entanto, outras marcas e tipos de Vodka também bastante famosas. Podemos encontrar no mercado português a Stolichnaya e a Moskovskaya. A Moskovskaya é uma das Flavored Vodkas pois na sua produção entram algumas ervas, que lhe são adicionadas. Russkaya: Uma Vodka pouco conhecida fora da Rússia mas também uma Vodka do tipo das clássicas. Pertsovka: É um tipo de Vodka vermelha escura a que se adiciona pimentão. O seu aparecimento deve-se a Pedro, O Grande, que tinha por hábito polvilhar a Vodka com pimenta preta antes de a beber. Esta Vodka é consumida por um tipo especial de bebedores, considerados os bravos. Krepakaya: Esta Vodka faz parte do grupo das Grain Vodkas. É bastante forte. A sua graduação alcoólica é de 56,5º. As vodkas são tradicionalmente produzidas a partir de cereais, no entanto são usados na sua produção outros produtos agrícolas, batatas, beterraba e outros. Vodkas inglesas: As vodkas inglesas têm a fama de possuírem uma óptima qualidade. São, regra geral, incolores e inodoras. Utilizam-se muito em mixed drinks e cocktails. Que tenhamos conhecimento, apenas existe em Inglaterra uma Vodka de tom avermelhado, produzida segundo uma fórmula russa. A sua graduação alcoólica é de 40º. Na Inglaterra a Vodka líder no mercado é a Smirnoff, seguida da Vladivar. Algumas das vodkas que se fabricam na Europa e nos Estados Unidos têm nomes russos. No entanto, essa é apenas a única relação que têm com a Rússia, excepção para a Smirnoff (e algumas outras) que é realmente de origem russa. A Vodka Sueca Absolut, que produz quase todos os tipos de vodkas, lançou há pouco tempo a Vodka Absolut Kurant aromatizada com groselhas.'' "
De acordo com esse artigo
A pesquisa, feita pela Universidade de Illinois, em Chicago conta que pessoas que estão alcoolizadas, tem compreensão mais intuitiva em problemas difíceis de associação de palavras e que indivíduos sóbrios fazem associações de palavras de forma mais deliberativa, o que diminui a velocidade delas.
![]() Na pesquisa, metade dos participantes bebeu vodka quase no limite do percentual aceito pelas leis americanas — 0,08% — e metade não bebeu nada. Após isso, uma série de problemas de três palavras foi exibido a todos, e eles precisavam encontrar uma palavra que juntasse todas as palavras em uma situação. Na média, participantes alcoolizados responderam em 11,5 segundos, enquanto os sóbrios precisaram de 15,4 segundos." |
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quinta-feira, 29 de março de 2012
800 anos de Vodka
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Mais sobre o pensamento
Reto pensar
Pessoas bem intencionadas acreditam que algumas ações boas lhes bastam para a paz de
consciência, no mundo, e a conquista do “reino dos Céus” logo depois.
Entre nada fazer e algo realizar, é sempre melhor o bem produzir. Todavia, a ação generosa,
periódica, não é suficiente para equilibrar os valores humanos no campo de batalha da personalidade, em
detrimento do ser real em si mesmo.
O homem se torna aquilo que cultiva no pensamento.
A vida mental irregular, geradora de mil conflitos e disparates, não fica anestesiada face à ingerência
de alguns atos de solidariedade ou mesmo de beneficência.
O reto pensar é o método único para atingir o reto atuar.
Somente o pensamento bem direcionado, impede que germinem as sementes da perturbação mental
geradora dos tormentos que procedem dos vícios ancestrais.
O esforço para insistir no reto pensar preenche os espaços do pensar mal ou não pensar, ambos do
agrado da ociosidade e da acomodação.
Mediante o reto pensamento, o homem se descobre também agindo retamente.
*
Inclina tua mente para o mais saudável.
Não te faças fiscal do lixo moral da sociedade, nem te permitas coletar os detritos do pessimismo
como da vulgaridade.
De maneira nenhuma censures o teu próximo, especialmente quando este se encontre ausente.
Busca os valores positivos que existem nos outros e aprimora aqueles em ti existentes.
Sê equânime no teu foro íntimo e nas tuas expressões exteriores.
Fala menos e reflexiona mais em torno do amor.
Insiste nas idéias que estimulam a vontade a tornar-se forte quão disciplinada.
Planeja a ascensão e pensa sobre ela, raciocinando a respeito da perda de tempo com as ilusões e
futilidades.
Supera o temor de qualquer natureza com a confiança de que nenhum mal de fora poderá fazer-te
mal se estiveres bem interiormente, e que somente te sucederá o que venha a contribuir para a tua paz e
progresso espiritual.
''Momentos de meditação'',
DIVALDO PEREIRA FRANCO
Pelo espírito Joanna de Ângelis
Pessoas bem intencionadas acreditam que algumas ações boas lhes bastam para a paz de
consciência, no mundo, e a conquista do “reino dos Céus” logo depois.
Entre nada fazer e algo realizar, é sempre melhor o bem produzir. Todavia, a ação generosa,
periódica, não é suficiente para equilibrar os valores humanos no campo de batalha da personalidade, em
detrimento do ser real em si mesmo.
O homem se torna aquilo que cultiva no pensamento.
A vida mental irregular, geradora de mil conflitos e disparates, não fica anestesiada face à ingerência
de alguns atos de solidariedade ou mesmo de beneficência.
O reto pensar é o método único para atingir o reto atuar.
Somente o pensamento bem direcionado, impede que germinem as sementes da perturbação mental
geradora dos tormentos que procedem dos vícios ancestrais.
O esforço para insistir no reto pensar preenche os espaços do pensar mal ou não pensar, ambos do
agrado da ociosidade e da acomodação.
Mediante o reto pensamento, o homem se descobre também agindo retamente.
*
Inclina tua mente para o mais saudável.
Não te faças fiscal do lixo moral da sociedade, nem te permitas coletar os detritos do pessimismo
como da vulgaridade.
De maneira nenhuma censures o teu próximo, especialmente quando este se encontre ausente.
Busca os valores positivos que existem nos outros e aprimora aqueles em ti existentes.
Sê equânime no teu foro íntimo e nas tuas expressões exteriores.
Fala menos e reflexiona mais em torno do amor.
Insiste nas idéias que estimulam a vontade a tornar-se forte quão disciplinada.
Planeja a ascensão e pensa sobre ela, raciocinando a respeito da perda de tempo com as ilusões e
futilidades.
Supera o temor de qualquer natureza com a confiança de que nenhum mal de fora poderá fazer-te
mal se estiveres bem interiormente, e que somente te sucederá o que venha a contribuir para a tua paz e
progresso espiritual.
''Momentos de meditação'',
DIVALDO PEREIRA FRANCO
Pelo espírito Joanna de Ângelis
terça-feira, 7 de junho de 2011
Oração e Meditação
Assim como você não pode transmitir uma mensagem através de um microfone danificado, também não poderá enviar preces ao Pai Celestial através de um microfone mental que esteja desarmonizado pela inquietação. É através da profunda tranqüilidade que você pode consertar seu microfone mental, aumentando a receptividade de sua intuição. Aí então você será capaz de efetivamente irradiar para Ele e receber as Suas respostas.
Paramahansa Yogananda em “A Lei do Sucesso”.
![]() |
| Um dos 72 nomes de Deus para meditação, significa ''eliminando pensamentos negativos". |
domingo, 5 de junho de 2011
Shemá
A Shemá é parte importante das orações judaicas e há o costume de recitá-la pela manhã ao rezarmos por mais uma noite de sono na qual fomos resguardados pela misericórdia divina e ao deitarmos quando damos graça por tudo o que nos aconteceu ao longo do dia.
Mas o que essa frase quer dizer? De acordo com o genial Aryeh Kaplan:
A Shemá nos pede para ouvirmos com cada fibra de nosso ser, dizendo-nos para abrimos nossas percepções completamente, de modo a experimentarmos a unidade de Deus.
O nome Israel, usado no começo, é o nome dado a Jacó depois que ele luta com o anjo (Gênesis 32:28). De acordo com a Torá, o nome Israel quer dizer “ele que luta com o Divino”. Há uma série de discussões a respeito da natureza do anjo que Jacó enfrentou no caminho de volta para casa – se esse era um anjo de luz ou sombra. Independente disso, o ponto aqui é que quando uma pessoa luta com o divino, ela se abre tanto para o bem quanto para o mal – ao combater as forças do bem ou do mal.
Comentários afirmam que a luta entre Israel e o anjo deu-se em um estado meditativo, ao invés de um estado físico. O nome Israel pertenceria, portanto, ao estado espiritual e aos enfrentamentos nesse plano.
Uma vez em estado meditativo, nos conectamos ao espiritual. A Shemá se remete a qualquer um que medite em busca de uma resposta e faz um chamado ao Israel arquetípico dentro de nós.
Esse Israel arquetípico é a parte de nós que deseja transcender os limites físicos e busca o espiritual. A Shemá diz para esse Israel ouvir, para silenciar a mente completamente e perceber a mensagem da unidade de Deus. No entanto, só é possível ouvir perfeitamente e sem nenhuma intereferência em estado meditativo.
Quando dizemos Adonai, falamos daquilo para o qual a mente ainda não tem uma categoria definida. Ainda assim, na próxima palavra “Eloheinu” chamamos Adonai de “nosso Deus”, e reconhecemos que podemos nos relacionar com Deus e experimentar sua proximidade de tal maneira que podemos chamá-Lo de “nosso”. Esse é um conceito notável: podemos pensar a respeito do infinito e ainda assim chamá-lo de nosso. O fato de Deus permitir que O chamemos de noso Deus é o maior presente possível.
A Shemá termina com “o Senhor é UM”. Aqui estamos a dizer que não importa de quantas maneiras diferentes experimentamos Deus, todas elas têm uma mesma fonte.
domingo, 22 de maio de 2011
Paz em ti - Joanna de Angelis
Governos a estabelecem fomentando guerras, gerando pressões, submetendo as vidas que se estiolam sob jugos implacáveis.
A paz é imposta, dessa forma, mediante a coação e, depois, negociada em gabinetes.
Vem de fora e aflige, porque é aparente.
Faz-se legal, mas nem sempre é moralizada.
Tem a aparência das águas patanosas, tranqüilas na superfície, asmáticas e mortíferas na parte submersa.
Assim se apresenta a paz do mundo, transitória, enganosa.
A paz legítima emerge do coração feliz e da mente que compreende, age e confia.
É realizada em clima de prece e de amor, porque, da consciência que se ilumina ante os impositivos das Leis Divinas, surge a harmonia que fomenta a dinâmica da vida realizadora.
Essa paz não se turba, é permanente. Não permite constrangimento, nem se faz imposta.
Cada homem a adquire a esforço pessoal, como coroamento da ação bem dirigida, objetivando os altos ideais.
Não basta, no entanto, programar e falar sobre a paz. Mas, visualizando-a, pensar em paz e agir com pacificação, exteriorizando-a de tal forma que ela se estableça onde estejas e com quem te encontres.
Seja a paz, na Terra, o teu anseio, em oração constante, que se transforme em realização operante como resposta de Deus.
Orando pela paz, esse sentimento te invade, e o amor, que de Deus se irradia, anula todo e qualquer conflito que te domine momentaneamente.
A paz em ti ajudará a produzir a paz no mundo.
Joanna de Ângelis (espírito), psicografia de Divaldo P. Franco; Filho de Deus; LEAL, Salvador, BA, Brasil, 1997
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terça-feira, 26 de abril de 2011
Koto
| |||||
Responsável por um som maravilhoso, o Koto me fascinou desde pequena - mas na época não tinha google pra pesquisar sobre ele, além de nem saber de sua existência, apenas das músicas tradicionais japonesas normalmente ouvidas através de animês (e raramente). Enfim, wikipediando e vendo outros sites, encontrei lindas imagens e passagens interessantes sobre o koto.
''O Koto é um instrumento musical de cordas dedilhadas, composto de uma caixa de ressonância com diversas cordas, semelhante a uma grande cítara. Atualmente é o mais popular dentre os instrumentos musicais tradicionais japoneses. Tanto quanto piano ou violino, meninas em idade escolar aprendem o koto.
!
A história do koto é longa. O instrumento já com as suas principais características atuais foi introduzido no século VI (época do imperador Kinmei) vindo da China (dinastia T’ang). Ele já possuía o corpo feito com a madeira tradicional do Japão o Kiri (Paulownia), sendo todo laqueado. Ele era chamado de Kin-no-Koto. Data desta época a partitura mais antiga para o Koto (Yuran-fu que se encontra guardada no Templo Shinhoin).
O instrumento está presente na literatura japonesa desde a antiguidade.
Nos Contos de Genji (Genji Monogatari de Murasaki Shikibu 978-1016) o Koto aparece em diversas passagens. O seu personagem principal, o príncipe Hikaru Genji, quando exilado em Akashi tocava e mantinha diálogos musicais com Lady Akashi. Em outra obra, Contos de Heike (Heike Monogatari), a amada do imperador, Kogo, foi descoberta em seu esconderijo pelo som de seu koto.
Durante séculos a música de koto foi cultivada pela nobreza. No século XVII, Yatsuhashi Kengyo fundou um estilo independente, o Yatsuhashi Ryu. Em 1664, foi impresso um livro escrito por Sosan Nakamura, Shichiku Shoshin Shu, onde constam as partituras das principais músicas de Yatsuhashi Kengyo, Rokudan no Shirabe, Hachidan no Shirabe e Midare, executadas até hoje. Yatsuhashi criou as afinações consideradas as mais tradicionais para o koto, o Hira e o Kumoi. Neste século ainda houve a popularização do instrumento como acompanhamento de dança e como conjunto formado juntamente com Shakuhachi e Sangen.
Atualmente existem duas correntes, a Ikuta Ryu e a Yamada Ryu. A escola Ikuta foi fundada por Ikuta Kengyo (1757 a 1817) no final do século XVII baseada na transposição para o Koto das fórmulas existentes para o Shamisen (Sangen) principalmente na alternância de cantos com instrumentais originados do Jiuta. A característica fundamental desta escola está em sua ênfase nas técnicas instrumentais.
No final do século XVIII surgiu a escola Yamada fundada por Yamada Kengyo (1757 a 1817). Ela se baseava em narrativas, dando um maior destaque ao canto. Apesar de terem algumas peças do repertório em comum, os estilos se diferem na sua orientação. Tecnicamente o estilo de execução também é diferente. O formato da unha é diferente. O estilo Ikuta usa a unha com o formato retangular, e o estilo Yamada adota uma unha de forma oval, isto leva os instrumentistas sentarem de maneira diferente com relação ao instrumento. O instrumentista da escola Ikuta senta num ângulo oblíquo enquanto o da escola Yamada senta em ângulo reto. A posição que a mão toca as cordas também difere; a escola Ikuta toca com a mão inclinada em relação às cordas, e a escola Yamada toca com a mão na posição vertical.
foto: Thomas Peters Michiko Takaiwa tocando o koto. |
No início deste século houve a popularização do koto principalmente pelas mãos de Michio Miyagi. Apesar de pertencer à escola Ikuta, Miyagui praticamente formou a sua escola, introduzindo elementos ocidentais na composição de músicas japonesas. 
| A instrumentista Tamie Kitahara, do Quinteto de Música Tradicional Japonesa (tocou no CCBB) |
O koto moderno tem treze cordas que podem ser de seda ou nylon. As cordas são afinadas através de trastes móveis, que permitem a mudança de afinação durante a execução da música. O corpo é formado por duas pranchas de Kiri, com aproximadamente 180 centímetros, formando uma caixa de ressonância. Existem variações no instrumento como o koto de dezessete cordas, inventado por Michio Miyagi, que faz o baixo das músicas, e outros modelos com vinte e uma e com oitenta cordas.
| Miya Masaoka tocando Koto. Foto por Kim Stringfellow |
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quarta-feira, 6 de abril de 2011
O mundo é um moínho
É contado que a filha de um amigo de Cartola queria fugir de casa,
até fugiu, creio (será que era a natasha, 17 anos??) pra viver um grande amor ou se prostituir ou qualquer coisa fora de casa. Cartola, ao ver o sofrimento do amigo, fez uma música pensando nessa menina (nathashaempotencial), já quão querida mas iludida estaria.
Cazuza e Ney matogrosso chegaram a regravar essa música, mas...
A voz do Cartola, tão natural de quem canta por viver a cantar (e não que canta pra viver) é inigualável... Fica na cabeça, grudada, e no coração.
Cartola
Ainda é cedo amor
Mal começastes a conhecer a vida
Já anuncias a hora da partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar
Preste atenção querida
Embora eu saiba que estás resolvida
em cada esquina cai um pouco a sua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és
Ouça-me bem amor
Preste atenção que o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos tão mesquinhos
Vai reduzir as ilusões à pó
Preste atenção querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares que estás à beira do abismo
Abismo este que cavastes com teus pés
terça-feira, 29 de março de 2011
BARATA
Uma Barata Chamada Kafka
Inimigos Do Rei
Composição : Luiz Guilherme/Marcelo Marques/Paulinho Moska
Eu olhei prá ela
Ela olhou prá mim
Ofereci a ela
Um pedaço de pudim
O curioso foi que ela...
Ela disse: Sim!
Vem cá ficar comigo
Sim! Goste de tudo que eu gosto
Sim! Vem cá ficar comigo
Sim! Vem, kafka...
Ofereci a ela
Um disco do Sex pistols
Ofereci a ela
Uma batida de limão
Perguntei se ela
Gostava dos Beatles
Perguntei se ela
Era de escorpião...
Ela disse: Sim!
Vem cá ficar comigo
Sim! Goste de tudo que eu gosto
Sim! Vem cá ficar comigo
Sim! Vem, kafka...
Você mora na barata ribeiro
Num edifício
Que tem um buraco
Perto do chuveiro
Já se drogou com detefon
Insetizan, fumou baygon
Tudo quanto é tipo de veneno
Você acha bom...
Sim!
Vem cá ficar comigo
Sim! Goste de tudo que eu gosto
Sim! Vem cá ficar comigo
Sim! Vem, kafungá...
Como posso evitar
Essa coincidência
Encontrar uma barata
Com a minha aparência
Como posso evitar...
La Cucaracha La Cucaracha
Tome cuidado com a
Sandália de borracha...(2x)
Sim!
Vem cá ficar comigo
Sim! Goste de tudo que eu gosto
Sim! Vem cá ficar comigo
Sim! Vem, kafka...
La Cucaracha La Cucaracha
Tome cuidado com a
Sandália de borracha...(2x)
domingo, 20 de março de 2011
Abismo em carne viva
Existem muitas imagens difíceis de ver e procurar, mas é preciso. Quando muito pequena, perguntei pro meu irmão: - Nós matamos os animais pra comer? . Ele disse: "Não, quando eles morrem naturalmente, de velhinhos, é que usamos sua carne".
É ridículo confessar que acreditei nisso durante muito tempo, julgando que criavam bois em uma fazenda feliz pra depois, quando morressem naturalmente, recolhessem pra alimentação.
Hoje em dia temos muita informação, mas antigamente era um problema. Imagine ainda em uma família que têm carne todos os dias e vê caminhões da ricca passando com desenhos de galinhas felizes =s.
Depois que meu irmão me respondeu isso, fiquei pensando porque então não comemos carne de pessoas que já morreram, sei lá, de um avô morto por ex. ''de repente nossa carne não é comestível (...)". E cheguei a ler também: "Não podemos comer carne de animais mortos por velhice etc. pela doenças que podem ser causadas (...)". Até concordei um pouco e escapei ainda ao pensar que não é algo horrível comer carne, já que jesus comia peixe. Escapismos de merda, confesso². Depois, já tendo parado de comer carne, li um pequeno livro (quase que folheto) com perguntas feitas por para Srila Prabhupada (fundador da Sociedade Internacional da Consciência de Krishna e responsável por trazer a mesma filosofia para o ocidente) que continha algo muito interessante: comemos comidas feitas de várias formas, inclusive estragadas propositalmente. Tem uma porrada de exemplos desse tipo, além de lembrar que bebemos bebidas prejudiciais, fumamos cigarros e outras coisas que também não são "apropriadas". Coca-cola por exemplo, cadê o benefício? É bizarro. Desconhecemos pelo menos 70% do que é constituído as coisas que compramos e comemos!
Enfim, não gosto de interferir no livre-arbítrio de ninguém e nem mesmo julgar as pessoas, não faz sentido fazer algo assim se a sociedade ocidental inteira alimenta nossos pensamentos com essas coisas.
Acho que também seria legal colocar os malefícios da carne e tal, só que ao mesmo tempo perde o sentido da questão da matança, toda aquela questão da dor que cada ser vivo sente. Dizem que o mais importante é nossa consciência - mas como se não temos informação?
sexta-feira, 11 de março de 2011
Um site genial
http://www.confiometro.com.br/
Relate sua experiência com alguma empresa agora mesmo.
O Confiômetro divulga, vai atrás da empresa e ajuda
a fazer valer os seus direitos como consumidor.
a fazer valer os seus direitos como consumidor.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Máquina japonesa transforma papel de escritório em papel higiênico
White Goat transforma 40 folhas de folha sulfite em um rolo
A invenção da Oriental tem o salgado preço de 187 mil reais
Os japoneses estão, definitivamente, na onda dos produtos ecologicamente corretos. A empresa japonesa Oriental desenvolveu uma máquina que transforma papel de escritório em papel higiênico.
A invenção foi batizada de “White Goat” (bode branco) e leva 30 minutos para processar 40 folhas de sulfite em um rolo de papel higiênico novinho.
No processo, o papel de escritório é triturado, dissolvido em água, moldado, secado, cortado e enrolado.
Segunda a Oriental, cada rolo produzido pela White Goat gasta o equivalente a 0,21 real. A máquina custa o equivalente a 187 mil reais.
Fonte: madeinjapan
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Bolaños eterno
Roberto Bolaños fala sobre a morte etc. - matéria postada em Agosto de 2010 no bog da televisa: Televisa Brasil
O ator e criador do 'Chaves', Roberto Gómez Bolaños, confessou em uma entrevista ao diário chileno 'La Tercera', que anda pensando muito na morte.
Aos seus 81(2 agora!) anos de idade, o intérprete do Chaves comentou que apesar de pensar muito nisso, a morte não tira seus sonhos.
"A morte não me preocupa, simplesmente me dá curiosidade (...) Tem que chegar para todos, penso nela diariamente. E não é de agora, desde sempre. É a super incógnita: o que vai acontecer. Me angustia, mas não muito. Acredito que não acontecerá nada terrivel", afirmou.
Bolaños disse que o que lhe preocupa realmente é saber oque acontecerá com seus filhos e sua esposa Florinda Meza (Dona Florinda), quando ele se for: "Isso é incontrolável (a morte). Eu só lhes disse: Deus permita que continuem bem, não serei responsável com o que vai acontecer com vocês depois de minha morte", explicou.
O ator e produtor disse que em sua vida há uma 'dívida pendente' pela quebra do elenco com o qual popularizou a série televisiva 'Chaves do 8', que o levou a enfrentar seu colega Carlos Villagrán (Quico) e Maria Antonieta de las Nieves (Chiquinha) na justiça.
"Pode ser que uma divida pendente seja o fim não amigável desta equipe. Este tema me dói um pouco, porque sim, houveram excessos mas nunca de minha parte, sempre foram meus queridos e eu quero bem a todos. Se alguém disse algo imprudente, não me chateio, só tenho pena e tristeza, porque essa equipe foi meu maior orgulho. Eu inclusive me vi superado por muitos, como por Ramón Valdez (Seu Madruga). Se alguém não aproveitou o sucesso do programa, já é problema deles", concluiu.CHAPOLIM COLORADO FILME
Roberto Goméz Fernandéz é roteirista e produtor. Penso: "Foda-se, ele é filho do gênio (Roberto Goméz Bolaños), ele tem o sangue da felicidade total só alcançada em uma dimensão muito distante.", mas não é foda-se se este anuncia que o roteiro do filme "O chapolim colorado" ficará pronto no primeiro semestre de 2011, ou seja, está preparando sob a direção do seu Pai. Sim, letra maiúscula.
Muitas informações na internet sobre o caso, entre elas um cara (em um blog famoso cujo nome não pode ser revelado por pura ética) falando o quanto o filme pode ser uma "palhaçada" já que não terá aqueles efeitos especiais toscos e nem os mesmos atores.
Não tem como o elenco ser o mesmo, cara, nem é só porque Bolaños está com 82 anos (fez agora dia 21 de fevereiro *-*), e sim por parte do elenco já ter morrido, desencarnado, virado estrela, anjo etc.
Devemos respeitar o elenco original, com certeza, se não a lenda se esvai. Mas como amante incondicional da história toda, fico muito feliz da geração atual poder assistir a chaves ou chapolim em desenho animado e é mais provável que o filme seja em desenho e não com personagens novos. Devemos respeitar a tecnologia atual se queremos chaves e chapolim moldando o caráter da criançada por aí, ou seja, efeito especial só 3D, elite mesmo. Os óculos disponibilizados nos cinemas que passarão o filme terão anteninhas! UHUL! Mentira, não terão, mas imagina?
Seria genial.
Particularmente queria que usassem toda a tecnologia do mundo pra restaurar e resgatar episódios clássicos do Chapolim e Chaves, deixando-os dignos e originais pra então serem apresentados nas TELONAS. Imagina?²
A melhor informação sobre o caso colhi no site Nerdficando (eles colheram no megacubo que é direcionado pro minilua, uma putaria só) e colocarei aqui em quinta ou sexta mão: (em rosa pálido, meus comentários complementares)
"
Em 2009, fomos surpreendidos com a empolgante notícia de que, inspirados no sucesso do desenho do Chaves, a Televisa e o sr. Roberto Bolaños resolveram investir no segundo personagem mais famoso e carismático criado pelo gênio mexicano.
O Chapolin Colorado volta em forma de filme, feito em animação computadorizada e sob um orçamento milionário. A qualidade prometida equipara-se à de produções de grandes estúdios de animação estadunidenses, como a DreamWorks, responsável pelo Shrek.
A produção do filme do Vermelhinho em animação iniciou em 2009 e a expectativa é que ele chegue aos cinemas do mundo todo em 2010. O projeto contará com a supervisão do próprio Roberto Bolaños, o intérprete e criador das séries Chaves e Chapolin.
Roberto Gomez Fernandez, filho de Chespirito, admitiu que esta será uma tarefa bem complicada, mas conta com a experiência de já ter dirigido a produção do desenho animado de Chaves, atualmente exibido no Brasil pelo SBT (e cartoon network, o canal divino). Chapolin Animado é o nome provisório do filme.
Conta o portal Univision que, na película, reencontraremos personagens bastante conhecidos, como Rosa – a Rumorosa, Pança Louca, Rasgabucho (MEUDEUSDOCEU), dentre outros. E uma das poucas certezas que temos é a de que, assim como no desenho do Chaves, a voz do protagonista não será dublada pelo Chespirito, e sim por uma terceira pessoa, como diria o casal Nardoni.(SAUASD)
Carlos Gutiérrez, produtor da empresa Metacube, informou que um game também está sendo desenvolvido. "Também estão desenvolvendo um game, que não é produzido por nós, mas estão fazendo e sairá com tudo. O que posso dizer é que é uma história que vão gostar", afirma Gutierréz. " (*-*)
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Procurando informações e tal acabei me deparando com uma insanidade interessante:
Na revista Action Comics de dezembro de 2004, edição nº 820, ''Wail of the Banshee'', (desenhada por Carlos D"Anda e escrita por Chuck Austen) chapolim aparece em HQ com superman, olha isso:
O.o
Encontrei também uma montagem engraçadinha abeça, de Filipe Figueiredo:
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Encontrei também algo genial no site arteemminiaturas
ESPIA:
Custa ''Rs90,00" . Melhor fazermos um boneco a mão, de rezina também, cada um fazendo o seu. Mas, cara, olha a carinha dele aí. Ele tá enchendo as bochechas *-*
E já que é pra divulgar sites, quero colocar o link do melhor site sobre chaves e chapolim: CHESPIRITO BRASIL, a anos aí na estrada on-line e muito bem cuidado, dá vontade de chorar até. Lá está cheio de relíquias, peguei aqui uma delas (no site dá até pra OUVIR e obviamente ver o vídeo. DÁ TAMBEM PRA COMPRAR, preciso gastar a mesada que mamae me dá apenas com isso)
Carta de Dona Neves para Chiquinha
Episódio: Nasce uma Bisavó
Versão Original:
Toluca, Estado do México, à 15 de Agosto de 1985.
Querida Chiquititinha,
Li sua carta ontem, e na alegria que senti pela leitura, te comunico que vou voltar.
Te amo muito, sua Bisavó.
Toluca, Estado do México, à 15 de Agosto de 1985.
Querida Chiquititinha,
Li sua carta ontem, e na alegria que senti pela leitura, te comunico que vou voltar.
Te amo muito, sua Bisavó.
Versão Chaves:
Tá louca, está onde México, aqui sim desgosto, oi tenta e cinto.
Que dirá (não, querida) chiquititinha.
Li sucata onde, e na alergia eu sentei pela loucura, tô com um mico que vai votar.
Te amo muito, sua Bisavó.
Tá louca, está onde México, aqui sim desgosto, oi tenta e cinto.
Que dirá (não, querida) chiquititinha.
Li sucata onde, e na alergia eu sentei pela loucura, tô com um mico que vai votar.
Te amo muito, sua Bisavó.
Carta do Professor Girafales para Dona Florinda
Episódio: Bilhetes trocados
Versão Original:
A presente epístola escrevi por que quero tanto lhe falar de minhas tristezas. Para princípio de conversa eu tenho que pagar tributo a sua beleza. Seus belos olhos e em sua boca sorrisos ardentes. E por isso quero lhe dizer que a senhora tenha certeza que me agrada muito.
Assinado: P J.
Assinado: P J.
Versão Chaves:
Apresentei a pistola. Escrevi por que quero tonto lhe afanar as minhas três Teresas. Para príncipe da condessa, eu tenho que pegar teu bruto... cebolas alhos, e em sua beca sorris a usar dentes... e por isso quero lhe de Zé, que a senhora tenha cerveja que me agrada minto.
HSADUDASHUASDHSDUHASDSAD
O.O
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Onde estiveres
Onde estiveres, não percas a oportunidade de semear o bem.
Se a conversa gira em torno de uma pessoa, destaca-lhe as virtudes, recordando que todos ainda nos encontramos muito longe da perfeição.
Se o assunto descamba para comentários maliciosos, à cerca de certos acontecimentos, procura, discretamente, imprimir um novo rumo ao diálogo, sem te julgares superior a quem quer que seja.
Onde estiveres, não permitas que o mal conte com o teu apoio para se propagar.
Se muitos falam em tom de pessimismo sobre os problemas que afligem a Humanidade, demonstra a tua confiança no futuro, recordando aos interlocutores que nada acontece sem a permissão de Deus.
Se outros se transformam em profetas da descrença, quais se fossem eles mesmo os únicos a se salvarem do naufrágio dos valores morais em que o homem se debate neste ocaso de milênio, trabalha com todas as tuas forças na construção de um mundo melhor, porquanto um só exemplo tem mais poder de persuasão sobre as almas do que um milhão de palavras.
Onde estiveres, não te esqueças de que o bem necessita de ti como instrumento para manifestar-se e não cruzes os braços, como se nada tivesses a ver com o que acontece ao teu redor.
A fluidez do tempo (capitalista)
''A persistência da memória'' (1931), de Salvador Dalí, levou duas horas pra ser feito (têm 24x 33cm) e é um dos quadros mais conhecidos do artista, eternizando aquele
"relógio derretido" que já inspirou muito designer por aí (assim como muitos elementos
das obras de Dali).
![[a+persistencia+da+memoria+dali.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiQLjaHQ2z0XShtl2kxF_qjqgpTcVIWCx9B5vSG_Rk3xVhSrhhPrBISlReohs4U07Ij8aDg1fOLxBJ47OWB8b56PX6wK4oIzl-NCNaHj3UQsOSNpyQ6m_YpujqqHD5SKtpnwtkBPYhdeJ0/s400/a+persistencia+da+memoria+dali.jpg)
Bem, BLUTEKUSA recriou esse objeto surreal com funcionalidade normal de um relógio e o comercializou pra Amazon!
Como na pintura, ele só pode ser usado dessa forma:
Para ver ou comprar: Amazon
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